16 DE fevereiro DE 2018 - 18:07

Dados do BattlEye mostram que 99 por cento dos cheaters banidos de PUBG são da China

PUBG é maior no oriente, mas seu problema com hacks também é.
Dot Esports Brasil: Writer and Translator | Redator e Tradutor
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Imagem via Bluehole, Inc.

Um novo relatório revelou uma verdade surpreendente sobre o problema de hacks em PlayerUnknown's Battlegrounds, já que uma região é a principal culpada pela maior parte dele.

Novos dados do programa anti-trapaça BattlEye revelam que 99 por cento das contas banidas por trapaças e cheats são da China, de acordo com o YouxiStory.

Não é segredo que PUBG é imensamente popular na China, já que a região tem 46 por cento da base de jogadores total do título. Mas a proporção entre cheaters somados a contas banidas e contas limpas é bem assustadora.

O que torna tudo ainda pior é que o jogo não tem trava de região, então os cheaters ficam livres para acessar servidores norte-americanos ou europeus através de uma VPN e instaurar o caos pelo mundo. Até agora, nenhuma das medidas tomadas pela PUBG Corp. ajudaram de fato a suprimir a epidemia de trapaças no jogo.

O problema com trapaças é tão ruim que parece ter começado a pesar sobre o número de jogadores diários ativos no jogo ao afastá-los por completo, já que a população do jogo está em queda constante desde janeiro apesar de o jogo ter alcançado 30 milhões de vendas.

Enquanto isso, duas versões de PUBG para dispositivos móveis acabarem de chegar ao mercado chinês, e elas também se tornaram febre. As duas combinadas venderam mais de 75 milhões de cópias na pré-venda e subiram na hora para o topo das listas do iOS quando foram lançadas.

Para o BattlEye e a PUBG Corp., essa parece ser uma batalha sem fim. Só em janeiro, o programa anti-trapaça baniu automaticamente mais de um milhão de contas. Não importa o que seja feito, no entanto, eles não param de aparecer.

Obrigado, IGN

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