Riot explica filosofia de design de campeões do LoL e classifica campeões de 2020 por complexidade

Yone, por exemplo, seria mais difícil de aprender que o novo Volibear.

Imagem via Riot Games

Mark “Scruffy” Yetter, designer de jogabilidade de League of Legends, explicou a complexidade dos campeões no /dev mais recente, listando os objetivos específicos usados para o design dos novos personagens.

A Riot pretende oferecer “grande variedade de complexidade” para que todos os jogadores possam se sentir confortáveis no jogo. Campeões mais simples como Annie, por exemplo, apelam para um público diferente de assassinos como Zed. Então cada campeão é avaliado usando três critérios.

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A complexidade das mecânicas vai de habilidades mais básicas, como as de Warwick, às mais difíceis que exigem “precisão na execução”, como é o caso de Azir. A complexidade de conhecimento envolve habilidades adquiridas em um campeão que podem ser usadas em outros campeões. É mais fácil ir de Lux a Sona que ir de Lux a Aphelios.

O terceiro critério de avaliação determina a complexidade de jogar contra ou com o campeão. Jogar contra uma Ahri é razoavelmente simples: você precisa desviar de suas habilidades em linha reta. Mas um bom Singed, segundo a Riot, é mais difícil, porque exige que você “pense o jogo de forma completamente diferente em termos de estratégia”.

Scruffy até mostrou números para os campeões lançados e atualizados em 2020. A atualização de Volibear é de baixa complexidade nos quesitos conhecimento e mecânica, mas média complexidade para jogar junto ou contra. É razoável, considerando que ele é um campeão que muitos conseguem aprender facilmente e de forma eficaz.

Yone, por outro lado, exige alta proeza mecânica, devido a suas habilidades complexas. E esse conhecimento não se aplica muito a outros campeões, o que coloca a complexidade de conhecimento em uma categoria média.

Artigo publicado originalmente em inglês por Andreas Stavropoulos no Dot Esports no dia 30 de outubro.